Versões podem salvar ou afundar ainda mais uma música. Fica aí uma listinha pessoal.
Geni e o Zepelim (Chico Buarque) - O Trash pour 4 gravou. Mano, eles acabaram com a música. Ficou rapidinha,"dançante", perdeu a identidade, perdeu tudo. Afundou uma música que é uma das minhas preferidas do Chico.
Baba, baby (Kelly Ky) - A Maria Gadú conseguiu transformar a música em ouro. A voz dela e o violão fizeram essa música ter até classe. Noutro dia me peguei cantando e ri sozinha lembrando que a Kelly já cantou isso.
Coração Vagabundo (Caetano Veloso) - Ana Cañas deu um toque bem açucarado pra ela, ficou docinha, amorosa, sussurrada. Gostei.
Deus lhe pague (Chico Buarque) - Tá, eu odeio o último cd da Pitty, falei mal e continuo, mas dou o braço a torcer pra essa versão. É boa, tá é bem boa, tá eu adoro essa versão.
Partido Alto (Chico Buarque) - Cássia Eller é diva, preciso nem comentar. Voz sacana nessa música.
Esquadros (Adriana Calcachotto) - Los Hermanos afundou a música na areia. Versão terrível, terrível mesmo. Nem gostando muito dos caras pra fingir que ficou bom.
Sweet Child O'mine (Silvia Machete) - Acertou em cheio, vou ousada e deu certo, certo.
Come as you are (Nirvana) - Eu gosto do Caetano hoje. Um dos melhores cantores nacionais pra mim. Tem se refinado no som de forma saborosa. Os últimos trabalhos tem sido cada vez mais bem feitos, menos grito e mais voz (mesmo ele caindo do palco, tá piadinha escrota, eu sei).
Ben (Michael Jackson) - Takai fez um cd morninho, gostei não. Essa música ficou tão sonolenta.
Santa Chuva (Marcelo Camelo) - Maria Rita cantando Santa Chuva tem nem comentário *__*
Deixa o verão (Rodrigo Amarante) - Roberta Sá conseguiu deixar melhor que o original.
Bem, se lembrarem de mais alguma, só dizer.
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Não importa se fútil ou cult, aqui tem o que agrada, desperta curiosidade, riso e coisas assim. Sem rótulo e sem pudor, seja fult com a gente!
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Natalia Mallo
Natalia Mallo é uma daquelas artistas que quando ouvimos ficamos totalmente encantados, e logo depois um pouco indignados também, por haver coisa tão boa assim e desconhecida do grande público. Nascida na Argentina e residente do Brasil desde 1995, a cantora, compositora, baixista, violonista, produtora e cozinheira, Natalia, já dava as caras no excelente grupo Trash Pour 4, que regrava clássicos do pop com novos e modernos arranjos, e esse ano tive o prazer de descobrir seu disco solo, intitulado de Qualquer Lugar. Com timbre doce e um violão bem gostosinho, as nove canções do disco são um primor! Música pra ouvir no dia-a-dia, seja dentro do carro parado no engarrafamento ou arrumando casa. Os destaques do disco são as canções Coração em Pó e Qualquer Lugar; a primeira é uma metáfora divertida sobre as desgraças amorosas pelas quais todo mundo passa, já a segunda é uma crônica interessante que fala de encontros casuais e minúcias. Abaixo um vídeo de aperitivo:O CD você encontra clicando aqui.
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