O Blog:

Não importa se fútil ou cult, aqui tem o que agrada, desperta curiosidade, riso e coisas assim. Sem rótulo e sem pudor, seja fult com a gente!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

VMB

O VMB terminou agora e é tanta emoção que eu nem sei por onde começar. Restart ganhou quase todos os prêmios da noite! Família Restart sempre unida, levanta a mão e faz o coraçãozinho! \o/ --> s2 Como se não bastasse todas essas alegrias, Valeska Popozuda encerrou a premiação junto do Gaiola das Cabeçudas. É um êxtase tão grande que fiz um poema concreto pós-moderno em homenagem a ela. Confirão, ok!?
Waleska
ou
Valeska
Vales
Ska
Sky
KY.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Vídeo delicinha

Não é nenhum dueto genial ou emocionante, mas vale muito a pena pela SENSUALIZAÇÃO. Irresistíveis e provocantes!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A Festa da Menina Morta (2008)

Há algum tempo já eu e a Diana vínhamos pensando em escrever juntos sobre esse filme tão singular, mas acabávamos adiando, até que essa semana esse texto a quatro mãos tomou vida. Bora lá então!O filme nasceu com uma expectativa enorme por o Matheus Nachtergaele ser o diretor, seu primeiro longa-metragem. Diferente do entediante Feliz Natal, estréia de Selton Melo como diretor, A Festa da Menina Morta empolga e faz-nos criar expectativas no que ainda estar por vir.

Com roteiro de Matheus e Hilton Lacerda, o filme retrata a vida de uma população ribeirinha do alto Amazonas, onde há vinte anos o menino Santinho (Daniel de Oliveira) recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. Ela jamais foi encontrada. O vestido virou coisa sagrada. Desde então se celebra a tal a Festa da Menina Morta, quando, no ápice da festa cerimonial, a menina manifesta por meio de Santinho, as revelações para o ano que virá.

A figura afetada do Santinho, cheio de vontades e que se afoga no próprio ego dá sustentação para todo povo da cidade e região. Gente pouco instruída, mas com muita fé, por ser a fé o bem maior que possuem. A mesma cidade que se ajoelha e beija os pés do Santinho, pede graças, faz do dia da Festa da Menina Morta um evento onde a essência religiosa é perdida e entra os costumes pagãos, como a barraquinha de churrasco com cerveja e cachaça, a dança e a diversão.

Este é um filme de grandes interpretações, com destaque especial para Daniel Oliveira, supracitado, e o pouco conhecido Juliano Cazarré (Tadeu), que dá vida a um dos personagens mais dramáticos e complexos da história, o irmão da menina morta, que sofre com o drama de perdê-la e ver um circo armado em torno da fatalidade.

De modo até mesmo um pouco cruel, o roteiro nos mostra como é fácil a mitificação de um ato banal, onde um povo que vive numa terra remota e esquecida pelos seus compatriotas e quem sabe até por Deus. Um povo de tantas carências encontra força na fé, por mais absurda que essa fé possa parecer aos olhos estrangeiros. Portanto, este não é um filme sobre ocultismo ou sobre cultura popular, é um filme sobre comportamento, construção de identidade social. As cenas são arrastadas, por a vida lá ser assim. A câmera foca cenas numa tentativa de compreensão.Alguns dizem que é um filme arrastado, entediante, frustrante e em certos pontos com cenas desnecessárias e grotescas. Creio que as pessoas lançaram o mesmo olhar frio que o filme lança pra pessoas que o assistem. Não há como querer assistir A festa da Menina Morta e querer sair ileso ou encontrar uma história regionalista bonitinha e nada mais. Por vezes, há um exagero sim, mas é bonito de se ver, perturbador, dúbio, provocante, humilde e imperdível!

Mais motivos pra ver A Festa da Menina Morta:

- A interpretação da Cássia Kiss é excelente. Ela não precisa de falas, de grandes cenas, de nada. Ela dialoga com os olhos e isso basta. A cena na qual ela canta Io Che Amo Aolo Te é deslumbrante. Ela só precisou da própria voz, a luz certa, água pra lavar os cabelos e aqueles olhos que dizem tudo. Mas não só por ela, é admirável e comovente ver um elenco inteiro entregue aos seus personagens doentes barrocos, absurdamente humanos;

- Daniel de Oliveira que se propõe a um personagem que segura toda a história e faz do enredo algo ímpar. Há entrega total, um ator sem vaidade, a serviço de sua arte. Faz de Santinho alguém real, palpável, asqueroso e ao mesmo tempo cativante;

- É desagradável, tem cenas que incomodam, tem o tempo que faz contorcer na cadeira. A intenção é incomodar, te fazer ficar 3 dias depois ainda pensando no filme;

- A fotografia de Lula Carvalho é um deleite à parte. Lembra a estética de Amarelo Manga e Baixio das Bestas, do cineasta Cláudio Assis, ídolo declarado de Matheus Nachtergaele.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Texto maneiraço!


Eu estava muito afim de escrever esse texto há vários e vários dias, mas ficava adiando porque sou um procrastinador. E também nem sei onde começar exatamente. A questão é que nos últimos tempos os adjetivos parecem estar perdendo o seu valor e sua intensidade, de modo que as pessoas não conseguem mais simplesmente dizer que “gostam” de alguma coisa ou de alguém, precisa falar que “adoram muuuuuuito!”. Como se não bastasse adorar, ainda é preciso intensificar em repetidas vogais essa explosão de sentimento.

Navego por aí e vejo comentários em fotos, ninguém é simplesmente bonito porque isso não satisfaz, todo mundo é “liiiindo” e “delícia”. São corpos onde as pessoas “se perdem”, “fazem estrago”, “dá canseira” e por aí vai.

Percebo que as pessoas nem tristes ficam mais, entram direto em depressão. São depressões muito efêmeras, duram uma hora e alguns minutinhos, ou o quanto durar o CD daquela banda “muuuito foda” com músicas “muito lindas!” que você coloca pra tocar no iTunes porque o considera “muito melhor” que o Windows Media Player.

Nada mais é simplesmente “estranho”, hoje as coisas são “bizarras”. Estamos num tempo em que as pessoas choram e riem litros, fazem BFF da noite pro dia e não conseguem viver sem uma infinidade tão relevantes quanto ter uma pulseirinha colorida de silicone. A propósito, o superlativo absoluto sintético de “ri litros” é “MORRI”. Prático, normal.

Vamos adotando esses exageros no nosso cotidiano sem ao menos percebermos, e quando nos damos conta já estamos “a-do-ran-do” a nova série da Globo e, em casos mais graves, escrevendo um depoimento pr’aquela pessoa que conhecemos há menos de 24 horas dizendo que ama.

Em contrapartida a todo esse exagero lingüístico, as relações interpessoais são cada vez mais frágeis, seu BFF pode ser seu desafeto num piscar de olhos. Os sentimentos são efêmeros e superficiais, existem de maneira mais realista em perfis do Orkut e do Twitter que na vida real. Quantidade demais pra qualidade de menos. É preciso reverter isso antes que percamos ainda mais o real significado das coisas. Deixa ser simples.

Não vivo sem vocês! Beeeijos, SEUS LINDOS!

domingo, 29 de agosto de 2010

Achados os perdidos


Formado em cinema, também compositor, cantor e produtor, Vinicius Calderoni é uma pérola que conheci há pouco tempo. Seu álbum de estréia não é tão recente assim, data de 2007, mas ainda me parece ser pouco conhecido. Conheci o trabalho do cara por acaso, pesquisando canção da grande Fabiana Cozza pela Internet, parceira dele em uma das canções de Tranchã.

Vinicius é incomum, um artista completo e que precisa ser degustado aos poucos, a fim de absorver os tantos elementos contidos nas canções dele. Volto a falar dele por aqui quando tiver uma opinião mais concreta a respeito, mas uma coisa é certa: o som do cara é muito bom!

Para baixar o CD clique AQUI.
Mais informações, biografia, fotos, vídeos etc: Site Oficial

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Crescimento




É notável o crescimento do Tarantino e Almodóvar como cineastas. Tarantino misturando as cores em mangás, trilha sonora atípica e efeitor bizarrentos que quebram a tensão do filme em Kill Bill I e II (e dizem as boas línguas que daqui uns anos vai rolar o III). Sempre lembrado pelo filme Cães de Aluguel, ápice da carreira e tem sangue jorrando pelas orelhas o tempo todo.

OBS.: Tarantino faz uma pontinha como ator em Cães de Aluguel como o Mr.Brown.

Em seu último filme como diretor, Bastardos Inglórios, o Quentin consegue enxugar todo aquele sangue e utiliza-lo em dosagens mais contidas. As cenas violentas ganham um movimento quase dançado. Permanece com a violência à flor da pele, só que bem desenhado.

Almodóvar segue o mesmo pensamento só que em relação as cenas de sexo. Oral, anal, hétero ou homossexual, o sexo está sempre muito presente nas cores do Almodóvar. Em, Abraços Partidos, ele drena e foca em cenas não tão explícitas, contudo não menos sensuais. O amadurecimento é inegável quando se compara Abraços Partidos (2009) e Ata-me (1990).




Agora, com o diretor nacional Heitor Dhalia tem se mostrado diferente. Ele inicia com o filme Nina, um bom começo. Depois explode com O cheiro do ralo, que apesar de recente é obrigatório pra qualquer cinéfilo. Um tempo depois ele aparece com À deriva que tem um fotografia limpa, organizada, com todos os tons certos. Toda a parte técnica é impecável, mas a história por si só é bem mediana. Não supera as expectativas.Seu próximo projeto é Depois da Ilha. Agora é esperar e conferir.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Entrevista com Túlio Borges

Sempre sutil, com canções vão da paixão à melancolia e do rústico ao elaborado, Túlio Borges é cantor para ouvir atento a fim de não perder nenhum detalhe dessa musicalidade tão primorosa. Devo conhecer o trabalho de Túlio desde março deste ano, só não lembro bem como o som dele chegou até mim, mas creio que foi através do meu perfil lá no LastFM. Como de costume, tudo que eu gosto eu espalho por aí, faço os amigos ouvirem junto comigo, dessa vez não foi diferente. Pouco a pouco mais gente ao meu redor foi afeiçoando ao trabalho do cara, que é mesmo bom.

Há alguns dias a Diana, minha parceira aqui no Varal, fez contato com o Túlio, no meio disso tudo ela falou do blog e o convidou para uma entrevista. Convite aceito, cuidei de fazer as perguntas, que ele prontamente respondeu. Posso afirmar sem receios que foi uma das entrevistas mais agradáveis feitas até hoje no Varal Fult. O resultado vocês conferem logo abaixo.

Varal Fult: Eu Venho Vagando no Ar, seu CD de estréia, começa evocando a figura mística do caboclo através de “Pontos”, além de citar outros elementos do africanismo como o terreiro e a cidade da Jurema. Qual sua ligação pessoal com estes elementos? Por que incluí-los no álbum?
Túlio Borges: Olá para os leitores do Varal Fult. “Eu venho vagando no ar” é disco de uma estreia que veio sem pressa. Desde o início, tive vontade de que fosse um álbum como os de antigamente, aqueles que ouvi na infância e adolescência: um disco, com uma estória, início, meio e fim. A primeira faixa é composta por 5 pontos do candomblé que conheço desde menino, quando os ouvia de uma pessoa querida. As letras são leves e as melodias muito bonitas. Achei intuitivamente que faria sentido que introduzissem o ouvinte ao universo sonoro deste trabalho. Não à toa, um dos versos dá nome ao CD. Não sou religioso e, em matéria de música, não tenho qualquer compromisso que não seja musical. Pesou, além da memória afetiva, o fato de que os pontos afro-brasileiros tendem ser registrados na música brasileira com ênfase na percussão. Eu queria valorizar as linhas melódicas e os versos livres e simples.

VF: Por que cantar? O que pesou na hora de escolher a música como profissão?
TB: Escolhi não ser músico profissional e vivo como tradutor. Estudei música por muitos anos quando criança, e sempre soube que não queria sobreviver de música, mas tê-la à mão como fonte de apoio e prazer. Eu canto como quem chora, só quando dá muita vontade.

VF: Estrear aos 29 anos pode-se dizer uma ousadia, a indústria fonográfica normalmente lança nomes mais novos. Em contrapartida, a tal “estréia tardia” revela um amadurecimento que é perceptível na qualidade e equilíbrio do álbum. Ao tentar encontrar espaço nas mídias, o que se sobressai?

TB: Ousar é fazer. Quem faz o que acredita, da maneira que acha ser a melhor, pode morrer mais feliz. Não digo que o disco é perfeito, mas eu o dei terminado porque passou no meu crivo. Penso que se me agrada, é provável que vá achar vários outros que gostam. Se não agradar, sinto-me tranquilo também. Acho que quem se dispõe a ouvi-lo, observa que ele é verdadeiro. Além disso, com o cuidado e a quantidade de músicos excepcionais, escolhidos a dedo para cada música, o resultado não poderia ser menor do que ótimo. Espero que concordem comigo.

VF: Ao contrário de tantos outros artistas que voltam ao Brasil depois de uma temporada no exterior, você lançou um álbum onde a brasilidade está muito presente e próxima da sua raiz. Contudo, é um trabalho multifacetado, plural no que diz respeito a ritmos. Quais são suas influências e qual a melhor forma de lidar com elas sem perder a autenticidade?

TB: Cada um é um filtro do muito que vive no mundo. Em teoria, quando nos conhecemos e somos fieis quem somos, conseguimos ser autênticos. Quando me mudei do Brasil, fui sem planos de voltar, mas passaram-se os anos e me dava conta que o país que me pertence é o Brasil. Aqui é que conhecem a carga das palavras que uso. Eu me sentia um personagem mais superficial fora. Foi ótimo como foi e reforçou o gosto pelo que é bom no Brasil, como a música.

VF: Qual é a importância de ter participado de diversos festivais de música?
TB: Os festivais são enriquecedores pela troca com outros músicos. Formam um circuito alternativo interessante, ainda que sejam limitados pela característica competitiva da maioria deles.

VF: Vytória Rudan é sua parceira em duas composições do álbum (Paraty e Zorro), além de formarem um dueto em uma das faixas. Como nasceu essa parceria?
TB: A Vytória é amiga de outros festivais, literalmente. Uma pessoa rara e intérprete como poucas. Da amizade próxima surgiram as parcerias.

VF: Quais são suas inspirações para compor?
TB: Antes de dormir sinto necessidade de me sentir produtivo. Às vezes, perco o sono se não sinto que fiz algo importante. Naturalmente, de noite sai a maioria das canções. Aquelas feitas à noite costumam ser mais introspectivas, nostálgicas. As de manhã são brincalhonas. Falo sobre coisas da minha vida.

VF: Sabemos que ainda é cedo, mas o CD de estréia deixa-nos com desejo de “quero mais”. Há planos para um próximo trabalho?
TB: Há planos, sim; não tardará muito, espero que saia em 2011. Já tem um repertório delineado, será um disco mais parecido comigo, com letras divertidas e mais estórias. Estou ansioso desde já pra entrar em estúdio.

VF: Agradecemos pela gentileza em ceder essa entrevista e pela atenção. E também pelas músicas, claro. Alguma observação, palpite ou recado pra deixar para nós e para a galera que acessa o Varal Fult?
TB: Ouvir música hoje é bem diferente do que nos tempos de meu pai. A diversidade é enorme e a gente tem que tomar as rédeas do que escolhemos escutar. Nesse sentido, o varal tem um lugar estratégico de apresentar opções.
Abraço pra vocês!

___________________________________________Túlio Borges, por e-mail.

Para conhecer mais, baixar e ouvi-lo: Perfil do Túlio no MySpace

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Andreia Dias, o som da libertação!

Há uns dois meses atrás vi uma notinha na página com dicas culturais da Veja falando de uma cantora chamada Andreia Dias. Alguma coisa me chamou a atenção ali naquele textículo (diminutivo de texto, riariaria), mas nem lembro mais o que foi em especial. Ah, lembrei! É que ela foi expulsa da casa dos pais evangélicos rigorosos aos 15 anos de idade por insistir em usar calça jeans. Mas bem, sei que fui correr atrás pra conhecer e tive uma grata surpresa: ela é ótima!
Tem um quê diferente, soa desigual em meio a tantas outras ótimas cantoras da sua geração. Há uma rebeldia latente que não depende do grito ou da distorção de guitarras para se perceber. Pelo contrário, Andreia consegue ser doce ao mesmo tempo em que é irônica.
“Através do rock n roll me libertei, do samba me requebrei, do soul e do blues, me inspirei , na Boemia e na capoeira angola me criei.”

Nesse seu segundo trabalho, intitulado Vol. 2, a cantora consegue demonstrar uma maturidade muito interessante. Sem falar na sua qualidade como compositora, passeando pelo brega e pelo moderno com uma naturalidade de poucos. O resultado é um som singular, muito delicinha. Tem pra todo gosto, de sambinhas a boleros.
“O meu amor já não tem mais tanta frescura,
A minha vida não suporta compostura
E assimilando toda a situação,
Sigo tranqüila com muita perturbação”

É um CD para ouvir e se divertir, puro deleite. E, conforme o trecho ali em cima diz, é mesmo um álbum perturbado, no bom sentido. Ficou curioso? Clica AQUI pra viajar junto no Vol. 2, já o Vol. 1 tá disponível AQUI. Pura viagem!

Maiores detalhes: http://www.myspace.com/andreiadias

domingo, 8 de agosto de 2010

PeQuod

Ontem fui assistir a peça Marina do grupo PeQuod. É simplesmente esplendoroso! Esse grupo trabalha com bonecos e fundem a própria atuação e canto com os seres que animam. Marina é baseada na obra de Hans Christian Andersen com as músicas de Dorival Caymmi. São 4 aquários e um "lago" pra representar o fundo do mar. Os bonecos dessa vez são representados na água com todo o movimento e som das águas que torna tudo ainda mais fiel. Todos os integrantes tem papel fundamental, todos se movimentam, atuam, falam, cantam. Aliás, a menina que faz a Marina canta bem pra caraio! Bem, a peça está em cartaz no CCBB e ainda tem a versão de Marina pras crianças. E gente, é só R$10,00! Recomendo!

http://www.pequod.com.br/

No site dá pra ver alguns vídeos e conhecer mais sobre o grupo. O vídeo debaixo é um ensaio de um espetáculo antigo.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Funk Cult

Povo, isso é a tradução de algo Fult. HAHAHA, muito bom! Já vi várias vezes seguidas, Marcelo Adnet é ótimo!